sexta-feira, 19 de julho de 2013

2 Pedro 3.17 e 18


Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados e descaiais da vossa firmeza; 18antes, crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade. Amém!



Queridos leitores, desta vez gostaria de fazer uma rápida reflexão sobre um amigo de muito de valor. Um amigo que sempre recorremos a ele, principalmente nos momentos mais difíceis - na escola, palestra, pregação, púlpito – e em situações de tensão. Esse amigo chama-se conhecimento.
Hoje, graças a Deus, no meio evangélico, podemos considerar o conhecimento um amigo. Somente sinto que essa amizade demorou para se consolidar. E se demorou, não foi por culpa do conhecimento, mas por resistência nossa, por desprezo nosso. Por achar que ele era mal, perigoso e prejudicial. Demorou para entendermos que ele – o conhecimento - o inimigo da espiritualidade poderia nos ajudar a sermos espirituais. Demorou para entendermos que é a falta de conhecimento que nos induz a errar e a reproduzir o erro. Demorou para entendermos que a letra que o apóstolo São Paulo fala que mata, não é o estudo, mas a lei mosaica. Por falta do conhecimento, demorou para entendermos que a expressão o cair é do homem e o levantar é de Deus, que muitas pessoas dizem que a Bíblia diz, a Bíblia não diz. E que a tristeza que diante dele salta de prazer, que muitos dizem ser Jesus é o leviatã. Por isto, queridos leitores, admiro esse amigo, pois é ele quem nos ajuda a errar menos.
O conhecimento só se adquire através do estudo, da pesquisa. É bem verdade, que pesquisamos para conhecer o que ainda não conhecemos e nunca chegaremos a conhecer tudo, principalmente quando se trata das coisas de Deus, visto serem elas profundas como um oceano e quanto mais mergulhamos, percebemos quão profundas são. Mas não podemos desanimar diante desta profundidade. Devemos sim, mergulhar, nos proteger e nos libertarmos de todo engano. É ele - conhecimento – que nos proporciona uma libertação e nos faz enxergar as coisas com clareza. Quem mergulha neste oceano não consegue conceber a idéia de que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, aliás, quem pode afirmar que o Brasil foi descoberto. Ora, na vida secular, o conhecimento nos proporciona esta libertação de amarras que nos colocaram durante muito tempo. Na vida espiritual não é diferente, precisamos conhecer, para nos livrarmos de todas as amarras de satanás. Amarras essas que tem penetrado nas igrejas através de coisas falsas, como falsos mestres, falsos ensinos , falsa teologia. Uma verdadeira caixa de pandora. Que se aproxima de nós com uma beleza aparente, mas na essência traz toda sorte de mal.
Queridos leitores, devemos estar vacinados contra todas essas falsidades da nova era e nos proteger destes falsos ensinadores que estão em todos os lugares, na mídia, nos rádios, nas ruas, nas praças e muitos até mesmo nos templos. Devemos usar o conhecimento da verdadeira palavra que serve como arma para atacar e ao mesmo tempo para nos defender contra as astúcias do maligno. Nunca se esqueça, que é o conhecimento dela – a Palavra - que nos proporciona proteção contra todo engano e contra tudo aquilo que é falso. Pois bem, isto posto, concluímos que não podemos deixar este amigo – o conhecimento – de lado. Antes, devemos andar sempre com ele. Vai um conselho, não deixe esse amigo, ande com a graça, mas não esqueça de levar sempre com a graça o tal amigo chamado CONHECIMENTO

Deus abençoe
Pr. Cassio Castelo

3 comentários:

  1. Caro pr. Cassio Castelo,

    A paz amado!

    A importância desta matéria permite aos que buscam conhecimento a necessidade de uma análise mais profunda sobre o significado sugerido na mensagem:

    E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. Lucas 10:27

    O Conhecimento tem sido esquecido pelos atuais líderes que professam HERESIAS sem escrúpulos ou temor diante de Deus.

    O Senhor seja contigo na responsabilidade entregue em tuas mãos, com todo o cuidado para não criar ovelhas, e sim, fazer discípulos conscientes com a verdade.

    O menor de todos os menores.

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  2. Estou alegre por encontrar blogs como o seu, ao ler algumas coisas,
    reparei que tem aqui um bom blog, feito com carinho,
    Posso dizer que gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,
    decerto que virei aqui mais vezes.
    Sou António Batalha.
    Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
    PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar
    siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.

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  3. Pr. Cassio, a paz do Senhor!

    Além do conhecimento, penso que precisamos tbm ser sensatos. Há alguns anos atrás, falavam sobre certos usos e costumes como se fossem roupas "santas". Especificamente as dos obreiros, por exemplo. Já fui repreendido e aconselhado sobre ter dado uma oportunidade para um irmão orar, e ele não estava usando a gravata! Lamentei a falta de sensatez, mas calei-me para não entrar numa inútil discussão. Obrigar os crentes a usar um acessório inútil, sobre a desculpa de ser um "bom" costume, parece mais falta de sensatez. O pior, é que se ao menos fossem PESQUISAR sobre a origem desse acessório, nós os CRISTÃOS nunca deveríamos usá-lo.
    Como usar algo que historicamente surgiu para distinguir os MERCENÁRIOS croatas no exército Francês? Daí onde vem a palavra gravata!
    Ou então, algo que a arqueologia aponta como sendo uma imitação do cordão de Ísis, deusa egípcia.
    Ou pior algo que a psicanálise defina como uma representação do poder masculino, basta descer do pescoço e colocá-lo na cintura e verá o que lembra.
    Não é atoa que em épocas de crise, como a de 1930, as gravatas passaram a ser mais largas, para reforçar o "poder" do homem, e hoje cujo os maiores estilistas são afeminados, deixaram a "dita cuja" fininha, é a gravata slim. E os crentes ministros...
    ...são obrigados a usar.
    Não estou cobrando uma posição do senhor, o respeito muito, como um pastor e professor que foi para mim.
    Acredito, que o conhecimento tbm deveria nos LIVRAR dessas AMARRAS, alguns usos e costumes que foge da sensatez, como usar isso num país tropical.
    A palavra do senhor nos orienta para que a nossa moderação, equidade ou equilíbrio seja notória a todos os homens Fl. 4.5.
    Não me parece ser equilibrado isso, Terno e GRAVATA em pleno quase 40 graus.
    Desculpe meu desabafo, mas já tive que explicar certos usos e costumes enquanto evangelizava, e o resultado foi maior tempo de explicação do que de pregação do evangélio. Isso, pq não paravam de me perguntar.

    Mais uma vez me desculpe Pr. Cassio. Não precisa publicar se quiser, mas ajude-me em oração, ou esclarecendo caso eu esteja equivocado.

    Deus continue te abençoando.

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